Oh Hiroshima
A esperança não é uma ilusão ingénua, é um ato de resistência ético.
Conversas diretas com quem faz a música. Queremos aproximar artistas do seu público — e estas entrevistas são uma porta aberta para isso acontecer.
A esperança não é uma ilusão ingénua, é um ato de resistência ético.
Precisei de passar por esses vales para me encontrar, para encontrar o líder de banda que quero ser. Não chega escrever músicas e cantar.
Podem chamar à nossa música "death jazz" ou "tango unicórnio", se quiserem, desde que possamos fazer a música que queremos, fico feliz.
Não é um álbum conceptual rigoroso, mas há um fio condutor e um tema em comum. Todas as canções exploram temas semelhantes: humanidade, colapso, e o nosso lugar no mundo, de diferentes perspectivas.
A imagem, para nós, é tão importante e individualista como a nossa música. É apenas outra forma de arte e outra forma de contarmos uma estória.
É sempre divertido ouvir aquilo a que as pessoas acham que soamos. Já tivemos Siouxsie & the Banshees e Type O Negative. Ficamos lisonjeadas com ambas.
Não acho que fossemos da New Wave of British Heavy Metal. Aliás, nem classificaria a banda como heavy metal sequer.
Somos mais pesados agora do que éramos nos nossos velhos tempos e até acho que continuamos a ficar cada vez mais pesados.
Definitivamente penso que mantemos sempre o Kyle nas nossas mentes e corações mas eu, na minha jornada, aprendi um pouco mais sobre a morte e como ela afecta a minha vida.
Não estou lá muito interessado em ouvir bandas de black metal que sejam inspiradas por outras bandas de black metal, então vamos buscar a inspiração a outros sítios.
Passei por grandes mudanças na minha vida e este álbum “Kali” representa as diferentes fases pelas quais passei. (...) Como a deusa hindu Kali representa a destruição e o renascimento, achei o título perfeito para este disco.
Todos os temas que abordamos nas letras são temas que nos causam raiva real na nossa vida e dia-a-dia. Biolence é o nosso veículo para descarregar essa raiva.