Meteora
Muitas bandas de metal sinfónico começaram a direccionar-se para um som mais electrónico e pop. É muito improvável que nos juntemos a essa tendência.
Conversas diretas com quem faz a música. Queremos aproximar artistas do seu público — e estas entrevistas são uma porta aberta para isso acontecer.
Muitas bandas de metal sinfónico começaram a direccionar-se para um som mais electrónico e pop. É muito improvável que nos juntemos a essa tendência.
Estamos confiantes de que um dia a cena death metal da Indonésia venha a ser mundialmente conhecida.
A nossa esperança é dar ao ouvinte a sensação que tiveram quando ouviram o “Human” pela primeira vez.” Quase como uma versão de um universo alternativo que ninguém sabia que existia.
Já alcançámos algumas coisas das quais nos orgulhamos e sempre foi devido a levarmos isto com a maior seriedade e profissionalismo possível, sustentados por um "drive" gigante de fazer a música que fazemos.
Nos dias de hoje são poucas as bandas de originais que permanecem no ativo por mais de duas décadas.
A incapacidade de os miúdos se concentrarem em mais do que 30 segundos de música, faz com que álbuns incríveis passem completamente despercebidos entre essa geração.
O facto de sermos Açorianos é como se algo mágico nos corresse no sangue, que nos dá mais força de vontade de continuar este nosso legado.
Para mim, tudo tem de ter um propósito e tem de servir a música. Se for só para "encher chouriços", então é meio caminho andado para ser removido.
Torna-se engraçado e motivante receber feedbacks de ouvintes a dizer “nunca imaginei que houvesse tantas bandas nos Açores...”
Tentamos sempre reinventarmo-nos a cada disco que fazemos. O que conseguimos e o que não conseguimos não sei, acho que depende sempre de quem ouve.
Acho que muito do que ouvimos no “Doom Machine” tem a luz do António. Posso dizer que sinto sempre a energia do meu filho cada vez que oiço o disco.
A nossa condição de existência enquanto banda é tão endógena, que não consigo imaginar algo melhor que Mac na guitarra, João na guitarra e samples, Aderson no baixo, Fred Valle na bateria e eu nas letras e vocais. Esse encontro parece perfeito.