Blackbox, Leiria
Bia Maria com Coro Local + Gisela Mabel
Sagres Campo Pequeno, Lisboa
Arde Bogotá
Faculdade de Arquitetura da Universidade do Porto, Porto
FAUPfest
Cine Incrível, Almada
Desert Mammoth
Casa Capitão, Lisboa
Romeu Bairos
Salão Coimbra, Coimbra
Gonçalo Guiné
Entre a energia em palco e a resposta do público, os 5 Seconds of Summer deram sentido ao nome da digressão: naquela noite, todos foram estrelas.
Uma viagem pelas cores e dores que nos unem.
Faixa a Faixa
ballet
Crítica
Veil of Ashes
Crítica
Into Oblivion
Faixa a Faixa
Native Companion
Crítica
In Times of Dragons
Crítica
Next to Die
Crítica
Katabasis: A Marriage Among Ashes
Crítica
The Weight of Life
Crítica
The Ghost of a Future Dead
Crítica
Nowhere in Between Forever
Não é um álbum conceptual rigoroso, mas há um fio condutor e um tema em comum. Todas as canções exploram temas semelhantes: humanidade, colapso, e o nosso lugar no mundo, de diferentes perspectivas.
A imagem, para nós, é tão importante e individualista como a nossa música. É apenas outra forma de arte e outra forma de contarmos uma estória.
É sempre divertido ouvir aquilo a que as pessoas acham que soamos. Já tivemos Siouxsie & the Banshees e Type O Negative. Ficamos lisonjeadas com ambas.
Não acho que fossemos da New Wave of British Heavy Metal. Aliás, nem classificaria a banda como heavy metal sequer.
Somos mais pesados agora do que éramos nos nossos velhos tempos e até acho que continuamos a ficar cada vez mais pesados.