Paulo Furtado + Edgar Pêra
Um músico e um cineasta. Paulo Furtado e Edgar Pêra. O cine-concerto, a partir de contos de H.P. Lovecraft, mostra-se ao público, de forma embrionária, no MOTELx.
Conversas diretas com quem faz a música. Queremos aproximar artistas do seu público — e estas entrevistas são uma porta aberta para isso acontecer.
Um músico e um cineasta. Paulo Furtado e Edgar Pêra. O cine-concerto, a partir de contos de H.P. Lovecraft, mostra-se ao público, de forma embrionária, no MOTELx.
Vamos fazer da nossa primeira vez em Portugal uma visita que nunca esqueceremos!
É a dinâmica externa que molda o ímpeto pessoal.
A música instrumental é uma espécie de bar aberto em ideias
"...essa coisa de nos sentirmos à margem de uma data de coisas, rodeados de margens, não é? E uma coisa que é rodeada a margens é uma ilha"
Tudo mudou por a música existir.
Tudo começa com um riff.
Desgosto de todos aqueles discos flashy de guitarristas a solo do Steve Vai, Joe Satriani, etc. Tudo demasiado auto-indulgente para o meu gosto.
Para mim a multiculturalidade é omnipresente
O que falta à música portuguesa é consolidar-se como uma primeira escolha do público e dos media.
Não alteramos os 5 pilares dos Epica: Simone, coros, orquestra, riffs de death metal e guturais. À parte disso, temos bastante espaço para experimentar coisas novas.
Para mim, não há muita diferença entre um violino, feedback, e uma gravação do barulho de uma rua.