Michael Spencer Jones
Has social media filled a gap where previously it was being filled with music?
Conversas diretas com quem faz a música. Queremos aproximar artistas do seu público — e estas entrevistas são uma porta aberta para isso acontecer.
Has social media filled a gap where previously it was being filled with music?
Para nós, mesmo individualmente, estas músicas significam coisas diferentes e gostamos disso.
Este disco é esse passo. É um passo pessoal. É a sublimação de muitos dos meus maiores medos.
Gostamos de pensar num registo como um todo
Se as músicas não fazem parte do alinhamento, é porque não eram assim tão boas.
O inglês, língua mais abstracta - para nós -, mais maleável, serviria perfeitamente para este novo disco e achei que não encaixava como sendo um disco de JP Simões. E daí esta mudança toda.
Se perceberes uma forma de ser interessante, não é preciso muito mais - consegues fazer muito a partir de um mecanismo muito simples.
Continuamos a tocar minorias das gerações, é evidente, nós não somos uma banda de massas
Há sempre uma progressão mas nunca perdemos a receita imediata do que fazemos, porque há-de lá estar provavelmente para sempre...
Parece que vivemos um dreamland tecnológico, mas há outras culturas que estão a ter o seu processo de imposição no mundo (...)
O festival cresceu e a vila cresceu com ele.
Uma vez, era eu garoto, perguntou-me se eu gostava de música e mostrou-me a City of Glass. A partir daí comecei realmente a estudar música.