ENTREVISTAS

por Ricardo Almeida em 26 Julho, 2016

"Demoramos imenso tempo a escrever. Torturamo-nos um bocado com certas partes e alguns arranjos. Tudo o que não estiver à altura é rejeitado."

por Carlos Vieira Pinto em 18 Julho, 2016

"Korpilombolo tem uma vibe muito aberta a todos os tipos de expressões culturais e artísticas e isso acabou por influenciar bastante a nossa música."

por Isabel Leirós em 20 Junho, 2016

"Não quero escrever a mesma canção que outra pessoa qualquer, quero contar uma história específica."

por Sandra Faria em 6 Junho, 2016

"(...) tento expor com honestidade ideias íntimas e, como banda, queremos que as pessoas sorriam ao ouvir o que fazemos."

por Sandra Faria em 26 Maio, 2016

"É importante que cada ouvinte interprete as coisas à sua maneira. Não quero condicionar os ouvidos de ninguém."

por Joao Neves em 27 Abril, 2016

"Dá-nos grandes dores de cabeça estar a compor e a gravar, dá-nos grande prazer estar a tocar, mas no fundo o que é mais chato é quando não estamos a fazer nada."

por Joao Neves em 26 Abril, 2016

"Este LP foi mesmo um processo de fechar coisas e deixar para trás… Como um exercício terapêutico."

por Vera Brito em 31 Março, 2016

"A questão é que faz parte da natureza intrínseca da maior parte das coisas serem mutáveis."

por Joao Neves em 30 Março, 2016

"O som, obviamente que de disco para disco vamos procurando fazer coisas diferentes e o Sirumba também é reflexo disso."

por Joao Neves em 17 Março, 2016

"Quero sempre que seja um diálogo de um gajo com uma guitarra, em princípio vai ser sempre a clássica mas pode até não ser."

por Isabel Leirós em 3 Março, 2016

"Os próprios temas, pela sua natureza, levam a que a vocalização seja menos convencional porque não há praticamente canções."

por Isabel Leirós em 16 Fevereiro, 2016

"Só estares em palco a tocar a tua guitarra é algo excitante e razão mais que suficiente para o continuar a fazer."