Live Low
Podia preocupar-nos essa herança, mas só nos interessava pintar a coisa à nossa maneira.
Conversas diretas com quem faz a música. Queremos aproximar artistas do seu público — e estas entrevistas são uma porta aberta para isso acontecer.
Podia preocupar-nos essa herança, mas só nos interessava pintar a coisa à nossa maneira.
Há uma imensa confiança entre nós e eles têm um lugar muito especial no nosso coração.
Os Red Fang são uma banda que existe apenas como uma combinação destas quatro pessoas.
Se alguma coisa mudou, foi a confiança em mim própria e na capacidade de tomar decisões em relação à música que estou a criar.
Nada sabe tão bem como saltar para junto do público e apenas dançar com ele.
O engraçado é que começamos por coisas simples e depois cada pessoa pode dar a sua interpretação.
São as nossas experiências pessoais e como tempo molda e nos nega certas coisas que nos permitem dissecar o que sentimos para, no fim, criar algo.
É importante, diria que fundamental até, que nunca nos percamos no caminho pelo qual tudo isto começou: a música primeiro, sempre.
O “The Miraculous” é sobre um lugar onde passei muito tempo da minha vida, quer na minha infância, quer em idade adulta.
O Amplifest tem sido um longo sonho de carreira do qual não podemos continuar afastados.
A maior parte do disco gira à volta do trans-humanismo, ou se quiseres, da transição do estado humano para algo além do humano.
Demoramos imenso tempo a escrever. Torturamo-nos um bocado com certas partes e alguns arranjos. Tudo o que não estiver à altura é rejeitado.