Pedro Azevedo
São dez festas que refletem a nossa filosofia programática ao longo dos anos e cuja programação tem em conta apenas dois critérios: qualidade e relevância.
Conversas diretas com quem faz a música. Queremos aproximar artistas do seu público — e estas entrevistas são uma porta aberta para isso acontecer.
São dez festas que refletem a nossa filosofia programática ao longo dos anos e cuja programação tem em conta apenas dois critérios: qualidade e relevância.
Se fazes anos faz uma festa em grande…
Este álbum é o reflexo do que somos agora.
Muitas vezes, um “adeus” é também um “olá”. Um fim marca o início de uma outra coisa.
Temos algumas influências folk e indie em comum e isso ajudou muito na criação deste álbum.
Entrevista aos Ermo para escuta
Quero fazer música até morrer.
Penso que o “10 Neurotics” representa o ponto máximo daquilo que eu pretendia atingir.
A música é uma arte bonita porque todos podemos tirar dela aquilo que queremos.
Foi uma longa experiência que fizemos, entre álbuns estávamos numa onda cinemática.
Naturalmente, há imensos loops terríveis que nunca serão utilizados, e outros onde acabo por gravar por cima.
Não estamos a dizer “Matem os Russos!” mas sim “Lutem contra as mentiras!”