William Basinski
Naturalmente, há imensos loops terríveis que nunca serão utilizados, e outros onde acabo por gravar por cima.
Conversas diretas com quem faz a música. Queremos aproximar artistas do seu público — e estas entrevistas são uma porta aberta para isso acontecer.
Naturalmente, há imensos loops terríveis que nunca serão utilizados, e outros onde acabo por gravar por cima.
Não estamos a dizer “Matem os Russos!” mas sim “Lutem contra as mentiras!”
Prometo que sairão transtornados e diferentes da melhor maneira possível.
O esforço é ir descobrindo, regularmente, coisas que me motivem a sério e isso não é fácil.
Ao vivo entregamo-nos totalmente ao que estamos a fazer.
Não espero nada menos do que tudo a tirar a roupa. Incluindo eu.
Nós temos de facto um passado musical ligado à música tradicional dos Açores mas este trabalho não bebe directamente desse som, muito menos do folclorismo.
Prefiro ser pobre e digno, do que ser rico e triste por não ser eu próprio.
Acho, com toda a sinceridade, que as canções se inscrevem no território das coisas que nos podem salvar a vida.
O elemento humano de empatia continua a ser o mais necessário.
O piano é fascinante e foi com ele que me iniciei na música!
Somos todos bons amigos, antes de membros de banda