Kayo Dot
A maior parte do disco gira à volta do trans-humanismo, ou se quiseres, da transição do estado humano para algo além do humano.
Conversas diretas com quem faz a música. Queremos aproximar artistas do seu público — e estas entrevistas são uma porta aberta para isso acontecer.
A maior parte do disco gira à volta do trans-humanismo, ou se quiseres, da transição do estado humano para algo além do humano.
Demoramos imenso tempo a escrever. Torturamo-nos um bocado com certas partes e alguns arranjos. Tudo o que não estiver à altura é rejeitado.
Korpilombolo tem uma vibe muito aberta a todos os tipos de expressões culturais e artísticas e isso acabou por influenciar bastante a nossa música.
Não quero escrever a mesma canção que outra pessoa qualquer, quero contar uma história específica.
(...) tento expor com honestidade ideias íntimas e, como banda, queremos que as pessoas sorriam ao ouvir o que fazemos.
É importante que cada ouvinte interprete as coisas à sua maneira. Não quero condicionar os ouvidos de ninguém.
Dá-nos grandes dores de cabeça estar a compor e a gravar, dá-nos grande prazer estar a tocar, mas no fundo o que é mais chato é quando não estamos a fazer nada.
Este LP foi mesmo um processo de fechar coisas e deixar para trás… Como um exercício terapêutico.
A questão é que faz parte da natureza intrínseca da maior parte das coisas serem mutáveis.
O som, obviamente que de disco para disco vamos procurando fazer coisas diferentes e o Sirumba também é reflexo disso.
Quero sempre que seja um diálogo de um gajo com uma guitarra, em princípio vai ser sempre a clássica mas pode até não ser.
Os próprios temas, pela sua natureza, levam a que a vocalização seja menos convencional porque não há praticamente canções.