Dreia edita o single “Morrer devagarinho” como avanço do próximo EP

A cantora e compositora Dreia acaba de apresentar o seu mais recente single, intitulado “Morrer devagarinho”. A canção, já disponível nas principais plataformas digitais de streaming, mergulha numa narrativa íntima de transformação e libertação emocional, simbolizando o encerramento de um ciclo e o nascimento de uma nova identidade artística.
O tema assume-se como uma proposta de pop alternativa, caracterizada pela crueza emocional e pela centralidade da interpretação vocal. A criação da letra contou com a colaboração de Rita Onofre, ficando a produção musical a cargo de Choro, profissional reconhecido pelo trabalho com projetos como Inês Marques Lucas e Alex D’Alva.
O simbolismo da transformação e a antecipação de “Pele e Carne”
De acordo com a intérprete, a composição funciona como uma celebração feliz e leve de desapego, inspirando-se em rituais como as festividades do Dia dos Mortos para encerrar antigas histórias de desamor e relações desequilibradas. Esta narrativa conceptual serve de introdução ao seu segundo trabalho de curta duração, o EP “Pele e Carne”, cujo lançamento no mercado está previsto para o segundo semestre de 2026.
O novo projeto sucede a “Ganhar Voz”, editado em 2025, um trabalho que conquistou forte reconhecimento e distinções em eventos nacionais, incluindo galardões na Mostra Nacional de Jovens Criadores, no Festival MATE e nos prémios da Associação de Imagem Portuguesa devido à componente visual e de direção de arte dos seus vídeos anteriores.
Videoclipe com referências artísticas e cinematográficas
O lançamento de “Morrer devagarinho” é acompanhado por um teledisco realizado por Daniel Mota e com direção coreográfica de Renato Garcia, profissional que já colaborou com nomes como Iolanda e Jüra. O plano visual expande a atmosfera onírica da canção, recorrendo a inspirações estéticas que piscam o olho à pintura clássica, com referências à obra Ofélia, e ao cinema de animação através de elementos que remetem para o imaginário mitológico do rio do esquecimento.