ProfJam lança “LSD (Love Songs Die)”, o seu sexto álbum em nome próprio

por Arte-Factos
ProfJam lança “LSD (Love Songs Die)”, o seu sexto álbum em nome próprio

ProfJam regressa aos álbuns em nome próprio com LSD (Love Songs Die), o seu sexto disco, construído ao longo de vários anos e agora finalmente disponível na íntegra. São 16 canções inéditas dedicadas ao amor, com uma escrita que o próprio título parece querer contradizer: por muito que a sigla o condene, é precisamente o amor que atravessa e sustenta cada faixa do disco.

O álbum foi sendo anunciado de forma gradual, com uma série de singles que foram preparando o terreno até NR6 fechar essa fase de aproximação. Foi depois Sozinho que, sem aviso prévio, abriu oficialmente o alinhamento final do disco.

Produção alargada, sonoridade expandida

A dupla 2LO, composta por Gonçalo Lemos e Leonardo Pinto, volta a ter mão na obra, desta vez acompanhada por um conjunto alargado de produtores: MIGZ, Ariel, ANDRÉ À LA PROD, UGYN, Charlie Beats, LCS, Osémio Boémio, Ransom Beatz, Mizzy Miles, Fumaxa e Rubik. Em conjunto, definem um espectro sonoro que vai mais longe do que qualquer disco anterior de ProfJam, com uma espinha dorsal rítmica de contornos afro e uma abordagem à métrica que contrasta com a robustez lírica do seu antecessor MDID (Música De Intervenção Divina). A palavra continua a ser trabalhada com rigor, mas o registo muda de tom: menos peso, mais leveza.

Colaborações entre o esperado e o surpreendente

O alinhamento inclui nomes que oscilam entre o previsível e o inesperado. Do lado das colaborações mais antecipadas, Sippinpurpp e LON3R JOHNY. Do lado das surpresas, Ana Moura, Ivandro e Plutónio. São presenças que reforçam a tónica de um disco centrado na palavra romanceada e num manifesto de resistência em nome do amor, num tempo que parece insistir em decretá-lo obsoleto.

A dimensão visual do projeto fica a cargo de XZ, parceiro de longa data de ProfJam, responsável pela artwork e pelos vídeos que acompanham o disco. A proposta estética segue a mesma linha do som: uma nudez artística que atravessa todas as formas através das quais LSD (Love Songs Die) se manifesta.

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