ENTREVISTAS

por Isabel Leirós em 16 Outubro, 2017

"Has social media filled a gap where previously it was being filled with music?"

por Hugo Rodrigues em 3 Outubro, 2017

"Para nós, mesmo individualmente, estas músicas significam coisas diferentes e gostamos disso."

por Hugo Rodrigues em 2 Outubro, 2017

"Este disco é esse passo. É um passo pessoal. É a sublimação de muitos dos meus maiores medos."

por Hugo Rodrigues em 21 Setembro, 2017

"Gostamos de pensar num registo como um todo"

por Isabel Leirós em 20 Setembro, 2017

"Se as músicas não fazem parte do alinhamento, é porque não eram assim tão boas."

por Alexandre Junior em 19 Setembro, 2017

"O inglês, língua mais abstracta - para nós -, mais maleável, serviria perfeitamente para este novo disco e achei que não encaixava como sendo um disco de JP Simões. E daí esta mudança toda."

por Alexandre Junior em 23 Agosto, 2017

"Se perceberes uma forma de ser interessante, não é preciso muito mais - consegues fazer muito a partir de um mecanismo muito simples."

por Isabel Leirós em 22 Agosto, 2017

"Continuamos a tocar minorias das gerações, é evidente, nós não somos uma banda de massas"

por Alexandre Junior em 21 Agosto, 2017

"Há sempre uma progressão mas nunca perdemos a receita imediata do que fazemos, porque há-de lá estar provavelmente para sempre..."

por Alexandre Junior em 14 Agosto, 2017

"Parece que vivemos um dreamland tecnológico, mas há outras culturas que estão a ter o seu processo de imposição no mundo (...)"

por Isabel Leirós em 4 Agosto, 2017

"O festival cresceu e a vila cresceu com ele."

por Alexandre Junior em 21 Julho, 2017

"Uma vez, era eu garoto, perguntou-me se eu gostava de música e mostrou-me a City of Glass. A partir daí comecei realmente a estudar música."

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